7 dicas para casais evitarem conflitos financeiros

Por blogicatu


Considerado tabu em alguns lares brasileiros, falar sobre dinheiro é motivo de brigas para quatro em cada 10 brasileiros casados, segundo o Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC).

Segundo especialistas, a dificuldade em lidar com as finanças a dois tem relação com modo de criação e valores. É muito provável que cada um tenha sido criado de forma diferente, com conceitos diferentes de dinheiro, em famílias que vêem e lidam com o dinheiro de forma distinta. É por isso que gastam e valorizam o dinheiro de modo diferente do companheiro. Além disso, homens e mulheres têm tipicamente gostos e interesses diferentes, o que acaba refletindo nas prioridades de compras e gastos.

No entanto, há um consenso de que os casais mais felizes e bem-sucedidos financeiramente reconhecem a importância de conversar sobre dinheiro de forma aberta e natural. Se isso já é uma realidade em sua vida conjugal, parabéns, pois você está no rumo certo. Porém, se você deseja começar a trilhar um novo caminho nesse sentido, confira as dicas abaixo:

1)  O primeiro passo para é entender o seu próprio perfil financeiro (como você gasta, no que, por quais razões). Essa reflexão permite identificar comportamentos que, se já foram úteis algum dia, hoje causam problemas.

2) Cada um deve compartilhar seus números (quanto ganha, quanto gasta, quanto deve), objetivos e prioridades com carinho e respeito. O casal que tem um bom diálogo, quando se desorganiza financeiramente, tem grandes chances de se recuperar rápido porque sabe colocar as cartas na mesa com atenção ao outro.

3) Qualquer equipe funciona melhor quando seus membros têm funções específicas. Com base na renda de cada um, o casal deve determinar quem paga o quê – até para evitar cobranças e discussões posteriores.

4) Colocar as contas no papel é muito importante. O planejamento deve estabelecer prioridades para os investimentos e projetar metas a curto, médio e longo prazo. Acompanhá-lo mês a mês mantém o foco do casal em seus objetivos e facilita ajustes quando necessário.

5) Tanto quanto conciliar os interesses de cada um, é preciso definir o projeto da dupla. No que o casal quer investir? Qual o patrimônio que deseja acumular? O que vocês sonham e almejam para a relação?

6) Manter a independência financeira vale a pena. Reservar uma parte do orçamento para gastos individuais evita frustrações e reduz em muito as chances de conflito.

7) Segundo especialistas, a conta conjunta pode confundir os limites individuais e abrir margem para discussões. O ideal é que os cônjuges mantenham contas separadas e planejem suas finanças em conjunto.

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