Finanças do casal: 7 dicas para casais evitarem conflitos financeiros

Por blogicatu

Considerado tabu em alguns lares brasileiros, falar sobre dinheiro é motivo de brigas para quatro em cada 10 brasileiros casados, segundo o Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC).

Segundo especialistas, a dificuldade em lidar com as finanças do casal tem relação com modo de criação e dos valores de cada um. É muito provável que cada pessoa tenha  sido criada de forma diferente, com conceitos diferentes de dinheiro, em famílias que vêem e lidam com as finanças de forma distinta. E é  por isso que gastam e valorizam o dinheiro de modo diferente do companheiro..

No entanto, há um consenso de que os casais mais felizes e bem-sucedidos financeiramente reconhecem a importância de conversar sobre dinheiro de forma aberta e natural.

Se isso já é uma realidade em sua vida conjugal, parabéns, pois você está no rumo certo. Porém, se você deseja começar a trilhar um novo caminho nesse sentido, confira nossas dicas abaixo!

Como organizar as finanças do casal?

Conversas sobre as finanças do casal ajuda a diminuir conflitos desnecessários!

Existem diversas formas de organizar as finanças quando falamos de algo individual. No caso de um casal, esse processo é diferente, principalmente, pela a diferença entre as prioridades de compras e gastos.

Quando duas pessoas resolvem ficar juntas e dividir as finanças do casal, espera-se que elas já se conheçam e saibam dos costumes e gostos entre si, no entanto, não é sempre assim que acontece.

Abaixo, confira as dicas para fazer do processo de finanças do casal algo mais tranquilo e efetivo!

1- Entenda o seu perfil financeiro

O primeiro passo para é entender o seu próprio perfil financeiro (como você gasta, no que e por quais razões). Essa reflexão permite identificar comportamentos que, se já foram úteis algum dia, hoje causam problemas.

2- Compartilhem os ganhos e gastos!

Cada um deve compartilhar seus números (quanto ganha, quanto gasta, quanto deve), objetivos e prioridades com carinho e respeito. O casal que tem um bom diálogo, quando se desorganiza financeiramente, tem grandes chances de se recuperar rápido porque sabe colocar as cartas na mesa com atenção ao outro.

Nesse sentido, as finanças do casal precisam seguir com os mesmos valores encontrados nas relações que não necessariamente envolvam dinheiro: com confiança e sinceridade.

3- Determinem responsabilidades

Qualquer equipe funciona melhor quando seus membros têm funções específicas. Com base na renda de cada um, o casal deve determinar quem paga o quê – até para evitar cobranças e discussões posteriores.

Se decidirem dividir as finanças do casal, é importante fazer esse processo de maneira proporcional e que funcione para ambos, afinal, o dinheiro – por mais que venham de lugares distintos – acaba sendo um bem comum.

4- Coloque as coisas no papel ou em planilhas

Colocar as finanças do casal no papel é muito importante, por mais que você confie e saiba para onde o dinheiro está indo O planejamento deve estabelecer prioridades para os investimentos e projetar metas a curto, médio e longo prazo. Acompanhá-lo mês a mês mantém o foco do casal em seus objetivos e facilita ajustes quando necessário.

5- Definam os objetivos comuns do casal

Tanto quanto conciliar os interesses de cada um, é preciso definir o projeto da dupla. No que o casal quer investir? Qual o patrimônio que deseja acumular? O que vocês sonham e almejam para a relação?

Esse tipo de conversa acaba sempre acontecendo em uma relação, mas para além de apenas falar sobre sonhos, é preciso organizar as finanças do casal e estipular prazos. Assim, fica muito mais fácil de atingir os objetivos e não se perder.

6- Cada um com a sua independência

 Por mais que o casal se ame e queira dividir tudo, manter a independência financeira vale a pena e é muito válido. Reservar uma parte do orçamento para gastos individuais evita frustrações individuais e reduz em muito as chances de conflito sobre as finanças do casal.

7- Se possível, tenham contas separadas

Segundo especialistas, a conta conjunta pode confundir os limites individuais e abrir margem para discussões não só sobre as finanças do casal. O ideal é que os cônjuges mantenham contas separadas e planejem suas finanças em conjunto. Respeitar a individualidade e ter sua independência financeira também é uma forma de estar saudável em um relacionamento.

Essas foram as dicas para que o casal não tenha problemas no momento de juntar as finanças! Por mais que morar junto ou casar provoque muitas emoções, olhar com racionalidade para as finanças do casal evita discussões e problemas futuros que podem desgastar a relação.

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