Novembro Azul: A importância de estar protegido em casos de doenças graves

Por Diana Dantas

O câncer de próstata é o assunto mais falado durante o mês de novembro. E não é para menos, afinal, estamos falando do segundo tipo de câncer que mais mata homens no Brasil. Foram 15.391 óbitos, apenas em 2017 e 68.220 novos casos em 2018, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. E você sabe por que isso acontece? Porque muitos diagnósticos são feitos de maneira tardia. São comuns os debates criados em cima do famoso exame de toque e até algumas piadas sobre o tema. Mas a verdade é que se diagnosticado no início, as chances de cura chegam a 80-90%.

Com a tentativa de conscientizar as pessoas da importância do diagnóstico precoce e acabar com o preconceito, nasceu o Novembro Azul. A campanha global, criada na Austrália, trazida ao Brasil, em 2011, pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida, tem a desafiadora missão de reduzir uma estatística preocupante: 51% dos brasileiros nunca foram a um urologista, segundo uma pesquisa de 2015, da Sociedade Brasileira de Urologia.

Apesar de todos os esforços da campanha, o fato é que não se pode evitar a doença, apenas identificá-la previamente para impedir o óbito. O sofrimento de passar por um tratamento agressivo, portanto, é inevitável, em caso de diagnóstico positivo. A situação pode se agravar ainda mais se o paciente não tiver recursos suficientes para pagar as despesas extras, ocasionadas por remédios, tratamentos e por se afastar do trabalho. Essa última parte, no entanto, pode ser evitada. Há maneiras de se prevenir financeiramente contra esse tipo de doença. Vamos ver?

Cobertura de Doenças Graves

Um câncer de próstata, por exemplo, encaixa-se em um caso de Doenças Graves, uma das muitas coberturas oferecidas pelos seguros de vida. Também conhecida por DG, ela pode variar de condições de empresa para empresa, mas tem por objetivo indenizar o paciente nessa situação.

Por ser um momento de vulnerabilidade emocional extrema, do próprio paciente e dos familiares, a indenização é capaz de diminuir algumas preocupações ao ajudar a pagar medicamentos, tratamentos mais caros e as despesas da casa – como contas, compras de supermercado, educação dos filhos e financiamentos -, enquanto se está de licença médica. Para se ter uma ideia melhor, o valor pode ser de até todo o capital contratado, em caso de um diagnóstico definitivo de diversas doenças. Entre elas, câncer, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal terminal e em situações em que um transplante de órgão se faz necessário. Essas doenças não escolhem hora para aparecer, por isso, é MUITO importante contratar um seguro de vida mesmo que não se tenha dependentes.

Quer saber mais? Que tal realizar uma simulação? Assim, em caso de uma doença grave, você deixa a sua cabeça preocupada com que mais importa: seguir as orientações médicas, cuidar da saúde mental e passar mais tempo com a família e com os amigos queridos.

Publicado por Diana Dantas

Formada pela PUC-Rio, Diana Dantas passou por diferentes redações, como O Estado de S. Paulo, Agora SP (Grupo Folha) e Brasil Econômico (Grupo Ejesa). Nesse período, trabalhou nas editorias de Educação, Cidades, Cultura e Economia. Desde de 2017, escreve para Icatu sobre seguros e planejamento financeiro.

Deixe seu comentário