Por que as pessoas não querem ter um seguro de vida?

Por Diana Dantas


O mundo passa atualmente por uma cultura imediatista, por isso é difícil imaginar uma sociedade que pensa sobre o futuro. O Seguro de Vida pode não ser muito atraente àqueles que não se planejam, por uma série de motivos.

Seja por mitos e desconhecimento sobre os planos, ou até mesmo pela superstição de que pensar em algum acidente ou na morte possa atraí-los, fazer um seguro de vida ainda é pouco comum no Brasil. Mesmo em crescimento, o percentual de segurados continua baixo no país.

O ser humano se sente cada vez mais invencível com seus avanços. É difícil admitir que podemos perder nossa capacidade de trabalhar e passar a depender dos outros, morrer antes do planejado ou ser vítima de um acidente.

Além disso, com orçamentos apertados, a maior parte da população deixa para segundo plano algo que não está no seu presente e não trará benefícios imediatos. Também é complicado discutir em família o valor de uma pessoa e isso acaba se tornando um tabu. Mas, afinal, quais são os maiores mitos que fazem as pessoas não pensarem em um Seguro de Vida?

O preço do seguro é elevado

Na verdade, o preço do Seguro de Vida depende de cada seguradora e de cada apólice. No geral, o custo não é elevado, pois existem diferentes planos que se adequam ao estilo de vida de cada contratante. Alinhando o perfil do segurado, como idade, serviços adicionais e coberturas desejadas, além das condições financeiras, as seguradoras oferecem valores que atendem necessidades específicas viáveis para todos.

Portanto, é falso dizer que o preço do seguro é elevado, levando em conta que varia de situação para situação. É um serviço viável a todos, basta apenas pesquisar e contratar com calma, sempre lendo com atenção todas as condições descritas.

O seguro de vida só é usado em caso de morte

Esse pensamento é muito comum, mas também é um mito. O Seguro de Vida cobre diversas despesas relacionadas à saúde do segurado, como invalidez por doença, total ou parcial, e por acidente; doenças graves que causem incapacidade; e demais despesas com médicos, como consultas, cirurgias, entre outras.

O Seguro de Vida pode vir a cobrir também as diárias por incapacidade temporária (DIT), ou seja, os dias que o contratante não pode comparecer ao trabalho devido a algum problema de saúde. Tudo vem devidamente descrito no contrato.

O seguro de vida não funciona

Há uma ideia de que o seguro de vida exclui muitas situações de risco no contrato, mas, na verdade, tudo é descrito na apólice e isso não é verdade. Na hora da contratação, é preciso estar sempre atento para conhecer todas as características de seu seguro.

Existe também um medo de que a seguradora venha a ter problemas financeiros e que isso atinja o segurado. Acontece que as empresas de seguro atualmente são bem regulamentadas e estão amparadas pelo Estado para transferir apólices caso haja uma eventual falência.

Quem não tem dependentes não precisa de seguro

Outro mito é que o seguro apenas resguarda a família do segurado, caso haja a sua morte. Por isso, vem o pensamento: “não tenho família para ser amparada, então não preciso de um seguro”. É uma ideia errada também, já que, como citado, o contrato também cobre doenças.

O Seguro de Vida pode ajudar o segurado que fica doente sem poder trabalhar, mas também não pode depender apenas de uma aposentadoria. É uma garantia a mais de que, caso precise encerrar suas atividades profissionais, continuará com o padrão de vida de sempre.

Quem tem problemas de saúde não pode ter seguro

Algumas pessoas acreditam que ter passado recentemente por uma doença dificulta a contratação do seguro. Isso pode acontecer, mas nem sempre, e tudo depende da análise pessoal de cada caso.

Por isso, o ideal é procurar um profissional médico que possam verificar a situação do contratante e entrar em contato com a seguradora, antes de tirar conclusões precipitadas.

Esclarecendo todos esses mitos, fica claro que contratar um Seguro de Vida está ao alcance de todos e precisa entrar no planejamento financeiro pessoal ou familiar. Se tiver interesse,fale com nossos consultores comerciais e conheça os planos que mais se adequam a você.

Publicado por Diana Dantas

Formada pela PUC-Rio, Diana Dantas passou por diferentes redações, como O Estado de S. Paulo, Agora SP (Grupo Folha) e Brasil Econômico (Grupo Ejesa). Nesse período, trabalhou nas editorias de Educação, Cidades, Cultura e Economia. Desde de 2017, escreve para Icatu sobre seguros e planejamento financeiro.

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