Saiba o que muda para os médicos com a Reforma da Previdência

Por blogicatu


A proposta de Reforma da Previdência Social discutida pelo governo federal pode alterar os planos de aposentadoria de médicos e outros profissionais de saúde, que atualmente contam com aposentadorias especiais.

Hoje, os profissionais de saúde expostos a condições complicadas e de grande pressão no ambiente de trabalho possuem benefícios de aposentadoria especial. Isso significa que eles podem se aposentar com apenas 25 anos de contribuição e sem a necessidade de idade mínima. No entanto, com a proposta atual de reforma, isso vai mudar.

Os médicos deverão contribuir por pelo menos 25 anos. Além disso, precisarão ter mais de 60 anos de idade, cinco a menos do que os demais profissionais. A medida atinge tanto profissionais liberais, funcionários públicos e de empresas privadas.

Vale ressaltar que os detalhes da proposta para profissionais médicos ainda serão conhecidos por meio de lei complementar, discutida após a aprovação da reforma.

Dificuldades para obter o benefício

Também é uma possibilidade a criação de regras mais rígidas, que submeterão os trabalhadores a comprovar que a atividade é de risco para justificar a aposentaria antecipada.

Hoje os médicos possuem razoável facilidade para comprovar essa situação, mas com a reforma da previdência isso se tornará um pouco mais trabalhoso.

Planejamento Financeiro

Fica claro que, uma vez aprovada a proposta de reforma da previdência, vai ficar mais difícil para os médicos e profissionais de saúde contarem com a previdência oficial para manter seu padrão de vida.

Diante desse cenário, é evidente a necessidade do planejamento financeiro na vida do médico. Afinal, não dá mais para apostar todas as fichas na previdência pública.

Seja para quem deseja manter o padrão de vida atual no futuro ou apenas quer usufruir dos benefícios fiscais do presente,  os planos de previdência privada são uma excelente alternativa.

Esses planos são um ótimo modo de atingir uma melhor idade confortável em questões financeiras ou de realizar aquele sonho de anos. Além disso, podem proporcionar aos filhos a certeza do sucesso com bons estudos pagos, que abrem portas para uma vida melhor.

Os planos de previdência possuem vantagens exclusivas, entre elas: a isenção do imposto come-cotas; renúncia fiscal na tabela regressiva; a possibilidade de diferimento fiscal no PGBL e sucessão familiar no VGBL. O melhor é que esses benefícios apenas crescem com o tempo no plano.

Por exemplo, se uma pessoa investe 12% do que ganha, supondo que sejam R$18.000,00, em um PGBL, ela reduz sua base de cálculo de R$150.000,00 para R$132.000,00. O imposto é calculado sobre esse valor, e a economia anual de IR neste exemplo é de quase R$5.000,00 por ano. O imposto do valor investido é diferido, ou seja, só é pago no final do período de investimento.

Outro benefício dos planos de previdência que se aprimora a longo prazo é a chance de optar pela tabela regressiva de tributação do imposto de renda. Em outras palavras, o imposto de renda pode diminuir, levando em conta o tempo que os recursos estiveram em investimento. Por exemplo, se o investimento permaneceu por 10 anos e o indivíduo decide resgatá-lo, o imposto pago é de apenas 10% na fonte e não é preciso ajustar a declaração anual do imposto de renda.  A alíquota da tabela progressiva, diferente da regressiva citada acima, é de 27,5%, sendo assim, há uma economia de 17,5% colocando na ponta do lápis.

Um plano de previdência pode ser melhor que um fundo de investimento quando pensado da seguinte forma: como exemplo, dois investidores possuem renda bruta anual de 150 mil reais. Um deles investiu 12% em um PGBL, com base de cálculo de imposto reduzida, e o outro aplicou em um fundo de investimento.

O primeiro investidor deverá calcular seu imposto sobre o valor de 132 mil reais, pois 12% da sua renda foram investidos na PGBL, ou seja, 18 mil reais. Sendo assim, o imposto por ano pago por ele deverá ser de mais ou menos 27 mil reais, portanto, sobram 105 mil reais para diversos gastos.

O investidor que aplicou sua renda no fundo de investimento teve seu imposto calculado em cima de sua renda bruta, 150 mil reais. Dessa forma, seu imposto gira em torno de 32 mil reais. Sobrando 105 mil reais para gastos diversos, colocando no mesmo patamar do investidor um, para o segundo que aplicou em um fundo comum, sobram apenas 13 mil reais em investimentos. É possível perceber, assim, que os planos de previdência são muito mais rentáveis do que um fundo comum de investimento.

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