Violência urbana: um seguro de vida e uma previdência privada podem ajudar?

Por Diana Dantas

A alta taxa de homicídios no Brasil não é novidade para ninguém, principalmente pelos índices de violência urbana. Em 2016, o país quebrou seu próprio recorde com mais de 62 mil mortes violentas, de acordo com o Atlas da Violência, realizado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Fonte: Atlas da violência/Ipea. Infográfico: Sarah Azoubel

No ano de 2018, as estatísticas não foram muito melhores. O Monitor da Violência, em parceria com o G1, mostra que, de janeiro a maio, já morreram cerca de 21 mil pessoas, sem contar os dados da Bahia, do Ceará e do Rio de Janeiro, que não foram apresentados.

Enquanto a realidade não muda, só resta ao brasileiro tentar se prevenir da violência urbana. Mas, como? É possível contratar algum seguro para garantir o mínimo de segurança? E, se for, devo escolher qual entre seguro de vida e previdência privada?

Nesse artigo, respondemos todas essas perguntas. Confira abaixo!

Violência urbana: qual a melhor forma de proteção?

Para evitar situações de risco, existem diversos tipos de boas práticas. Por exemplo, é comum evitar lugares conhecidos como perigosos, não reagir a assaltos, não atender o celular na rua, não diminuir a velocidade do carro antes de parar no sinal, entre inúmeras outras táticas. 

No entanto, mesmo assim,algumas tragédias acontecem e são as famílias que arcam com a dor e os efeitos colaterais da perda de um ente querido.

Além dos problemas psicológicos resultantes do luto, os parentes ainda precisam enfrentar outro drama para além da violência urbana: o dano financeiro. Infelizmente casos assim acontecem todos os dias: uma pessoa volta do trabalho e é assaltada, reage por impulso, é atacada e vem a óbito.

Imagine que nesse cenário o cônjuge, então, se vê obrigado a custear sozinho as principais contas: financiamentos da casa e do carro e a escola particular das crianças.

Sem ter como assumir tudo, ele se vê obrigado a vender o automóvel e o apartamento para comprar um menor e a trocar os filhos da escola. A situação pode se tornar crítica. É necessário, contudo, uma família passar por todo esse calvário após perder uma pessoa amada? Não.

Do mesmo modo que existem maneiras de tentar evitar a violência, também há formas de se prevenir contra o rombo financeiro depois de uma tragédia promovida pela violência urbana

Seguro de vida e Previdência Privada: qual é o melhor nesses casos?

A violência urbana pode causar diversos tipos de traumas, em especial, os traumas financeiros

Visando a segurança e proteção da família, a contratação de um seguro de vida ou de um plano de previdência privada podem ser super bem-vindos.

Saiba, agora, as principais vantagens do seguro de vida e previdência privada nos casos de violência urbana:

Seguro de vida em casos de violência urbana

O seguro de vida, de uma forma geral, é voltado para a proteção própria e também de seus beneficiários caso a geração de renda cesse devido a algum acontecimento. Dessa forma, um seguro pode amenizar diversas mudanças no cotidiano das pessoas em decorrência de uma fatalidade, como a violência urbana.

Com a escolha de um seguro de vida adequado, a família possui cobertura de assistência funeral e capital para fazer a sucessão patrimonial, já que o inventário leva muito tempo e tem um custo elevado. Além desse custo, ainda há os gastos de taxas de cartório e de advogados, que são altíssimos.

Com o capital segurado, ainda, é possível pagar as despesas mais urgentes da casa, como as contas básicas e a educação dos filhos, que sempre costuma ser cara.

Previdência privada em casos de violência urbana

O principal foco da previdência privada é o acúmulo de recursos a longo prazo para que o contratante tenha uma renda extra durante a aposentadoria ou quando precisar. Nesses casos, contribuir com uma previdência pode colaborar com momentos difíceis em que as pessoas necessitam de amparo financeiro.

Assim,resgatar um plano de previdência privada é outra boa alternativa para dar mais um reforço financeiro em casos de violência urbana. Já que, com um recurso financeiro adequado, é possível ter mais tranquilidade em períodos difíceis.

Para que o seguro de vida e a previdência privada realmente ajudem na hora da emergência, no entanto, é preciso fazer um cálculo de todas as despesas domésticas mais os valores já citados da transmissão de bens.

Por isso, recomenda-se paciência e que se reserve um tempo livre para fazer esse cálculo. 

Lembre-se: manter sua família amparada diante de uma realidade que, por vezes, pode ser difícil, pode ser o grande segredo para viver bem.

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Além disso, leia também sobre como funciona a renda vitalícia na previdência privada.

Publicado por Diana Dantas

Formada pela PUC-Rio, Diana Dantas passou por diferentes redações, como O Estado de S. Paulo, Agora SP (Grupo Folha) e Brasil Econômico (Grupo Ejesa). Nesse período, trabalhou nas editorias de Educação, Cidades, Cultura e Economia. Desde de 2017, escreve para Icatu sobre seguros e planejamento financeiro.

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