Viuvez, e agora? Saiba como atenuar a dor de perder um cônjuge

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O luto pela morte de qualquer ente querido costuma ser extremamente doloroso. Mas quando o luto é por viuvez, a perda do cônjuge, do qual se via dependente ou com quem dividia as contas da casa, pode ser ainda mais difícil.

Quando é necessário encontrar forças para superar a ausência, a pessoa que adentrou a viuvez ainda precisa enfrentar burocracias e desembolsar uma enorme quantia em dinheiro, a qual, muitas vezes, não tem.

Nessa hora, costumam aparecer oportunistas de plantão, que podem ser consultores financeiros ou aqueles familiares sempre “muito bem intencionados”. Então, para evitar essas pessoas, um bom caminho é ter em mente: “é melhor prevenir do que remediar”. 

A importância de pensar em longo prazo: a viuvez

Pensar a longo prazo e entender que a vida é feita de imprevistos é o primeiro passo para atenuar o conturbado momento de luto. Ter um seguro de vida, em situações como essa, pode ser um consolo maior do que muitos “amigos”.

Entretanto, em parceria com o Ibope, foi feita uma pesquisa, apontando que apenas 15% dos brasileiros tem seguro de vida.

Sempre que imaginamos uma fatalidade, logo, procuramos afastar o pensamento negativo para não atraí-lo. Mas, infelizmente, imprevistos acontecem e os números não são animadores. 

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É importante lembrar que não existe uma aposentadoria por viuvez, o que pode causar uma série de problemas, principalmente os financeiros, durante esse momento.

Alguns dados que podem comprovar a necessidade em se preocupar com a aposentadoria por viuvez são:

  • Doenças crônicas, não transmissíveis, causam 35 milhões de mortes por ano;
  • Em 2012, foram registrados cerca de 100 mil óbitos por AVC e mais de 85 mil por infarto;
  • Acidentes de trânsito chegam a provocar 160 mortes por dia;
  • Segundo uma pesquisa do Instituto do Câncer, a estimativa de morte pela doença para 2016/2017 é de 596 mil novos casos.

A abrupta mudança de vida pode ser muito dura para viúvas e viúvos que não têm nenhum tipo de seguro ou investimento. Durante a viuvez, muitos ficam endividados, e não conseguem manter as contas em dia. 

Normalmente, essas pessoas sobrevivem graças à ajuda de familiares, não conseguem cumprir acordos previamente tratados e, em alguns casos, precisam devolver produtos comprados de forma parcelada. Dessa forma, a falta de dinheiro somada ao luto pode levar, em casos extremos, até mesmo à depressão.

Por que fazer um seguro de vida pode ajudar?

Em vez de pensar na morte de um ente querido como algo ruim, por que não pensamos em uma forma de atenuar um possível sofrimento? 

Com um seguro de vida, será possível deixar preocupações financeiras de lado e focar apenas na superação da dor. 

A indenização garante que, no pior momento, haverá dinheiro para realizar o funeral e fazer o inventário – processo que envolve despesas com cartórios, advogados e impostos. 

Esses gastos chegam a 10% do patrimônio e podem desequilibrar o orçamento familiar em um dos momentos mais delicados da vida, que é o luto por viuvez.

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