Mitos e Verdades sobre o Seguro de Vida

Por blogicatu

Pior do que desconhecer um assunto é pensar que conhece e ter ideias erradas sobre ele. O Seguro de Vida é um desses temas que suscitam muitas dúvidas e uma série de opiniões equivocadas. Para que você não corra o risco de ficar sem a proteção de um Seguro de Vida por estar mal informado, reunimos aqui os principais mitos e verdades sobre o produto. Teste seu conhecimento.

MITO 1 – Seguro de vida não paga benefício em vida

Além da indenização por morte, que é a mais conhecida, existem vários tipos de Seguro de Vida que pagam a indenização para o próprio segurado, e não apenas para os beneficiários. Veja algumas das coberturas que podem ser usufruídas em vida:

  • Invalidez por acidente;
  • Invalidez por doença;
  • Doenças graves;
  • Diária de incapacidade temporária;
  • Perda de renda por incapacidade física;
  • Desemprego involuntário;

Mito 2 – Seguro de Vida é caro 

O mercado vem respondendo rapidamente à crescente expansão da cultura do seguro, oferecendo coberturas com valores cada vez mais baratos e opções de produtos flexíveis e inovadoras. Os preços estão cada vez mais acessíveis, se adaptando a todos os bolsos.

O custo varia de acordo com a idade, com as coberturas contratadas e o valor a ser segurado. Além disso, muitos seguros podem ser pagos de uma vez ou de forma parcelada. Com certeza, existe uma opção que se adapta ao seu orçamento.

Mito 3 – Jovens não precisam de Seguro de Vida

Se você é jovem ou solteiro(a) ou não tem filhos, não precisa de Seguro de Vida, certo? Errado. O seguro protege também o próprio segurado caso aconteça uma eventualidade que o impeça de trabalhar e pagar suas despesas.

Entram aí as garantias de Invalidez por acidente; Invalidez por doença; Doenças graves; Diária de incapacidade temporária; Perda de renda por incapacidade física; Desemprego involuntário; entre outras.

Mito 4 – Quem tem patrimônio não precisa de seguro de vida 

É comum ver pessoas que receberam de herança um imóvel ou um bem valioso, mas passam dificuldade sem poder vendê-lo. Além de os inventários serem morosos, é preciso dinheiro em caixa para contratar um advogado e pagar a documentação.

Já o Seguro de Vida não entra em inventário. A indenização é paga rapidamente aos beneficiários sem burocracia e sem imposto de transmissão. Mesmo para quem tem investimento, o Seguro de Vida é a melhor pedida, pois assegura que esse patrimônio não se desfaça em poucos anos.

Mito 5 – Seguro que não uso é dinheiro jogado fora

Muita gente desiste de contratar o Seguro de Vida pois vê esse gasto como um dinheiro perdido. Afinal, se no período do contrato o cliente não precisar da cobertura do seguro, esse dinheiro teria sido completamente perdido, certo? Não necessariamente.

Uma modalidade que tem se popularizado muito são os seguros resgatáveis. Ou seja, se o cliente quiser encerrar a cobertura, ele pode resgatar parte do valor que contribuiu. Essa opção é ideal para pessoas que sustentam uma família ou querem preparar o planejamento sucessório. Como o Seguro de Vida não entra em inventário, é uma boa estratégia para a família evitar a perda de liquidez em caso de falecimento inesperado.

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