Gestora Kadima: conte com a ajuda dos robôs no seu investimento - Blog Icatu Seguros

Gestora Kadima: conte com a ajuda dos robôs no seu investimento

Por blogicatu

Quem toma as decisões de investimento no fundo de previdência Icatu Kadima Multimercado Crédito Privado não tem nome ou pós-graduação em economia. Graças à ajuda de algoritmos, um robô compra e vende ativos de acordo com as oscilações do mercado. Como isso funciona? Conversamos com Rodrigo Maranhão, da Kadima, para saber.

Os robôs e algoritmos estão em todos os lugares. Da assistente pessoal que nos ajuda a acender as luzes da casa (“Oi, Alexa!”) às redes sociais, lá estão eles, facilitando o nosso dia a dia. O que talvez você não saiba é que também existem fundos de previdência privada que funcionam graças a algoritmos. São eles que decidem quando comprar ou vender um ativo, que quantidade negociar e de que forma agir em momentos de alta volatilidade no mercado.

Um desses fundos, o Icatu Kadima Multimercado Crédito Privado, é oferecido aos nossos clientes pela Kadima Asset Management. Fundada em 2007, é a gestora de fundos sistemáticos ou quantitativos pioneira do Brasil – fundos que, diferentemente dos tradicionais, têm suas teses de investimento baseadas em algoritmos.

Em hebraico, Kadima quer dizer “avançar”. Nos últimos anos, a gestora tem não apenas avançado ao conquistar mais clientes, mas também ao difundir o conceito de fundos quantitativos em um mercado dominado pelos fundos de investimento tradicionais. Ou seja, de fundos que centralizam a tomada de decisões por meio da tecnologia em vez de decisões pessoais. Os resultados têm aparecido: hoje, são R$ 4,6 bilhões sob gestão. Só em previdência, eles administram R$ 1,8 bilhão.

Multimercado é campeão de rentabilidade

Até outubro deste ano, o fundo de previdência privada da Kadima foi o multimercado com melhor rentabilidade entre os parceiros da Icatu: avançou 10,11%, no período, enquanto o CDI teve 3,02% de retorno no mesmo prazo (retorno do ano até outubro: 04/01/21 – 29/10/21).

Lançado em 2013, é o primeiro fundo de previdência quantitativo do país. Investe em ações e juros no Brasil, podendo aplicar seus recursos também, em menor proporção, nos mercados de moedas, com limitação de 10% na carteira.

O fundo trabalha com rígido gerenciamento de risco e, sua volatilidade tipicamente oscila entre 2% e 6% a.a.

Rodrigo Maranhão nos contou durante a entrevista que os fundos quantitativos são capazes de analisar uma quantidade extensa de dados, geralmente muito maior do que qualquer pessoa conseguiria sozinha, e de forma bem mais veloz.

Um fundo quantitativo usa modelos matemático-estatísticos desenvolvidos pela equipe da gestora. “Temos um histórico longo vencedor. Nosso fundo contribui muito positivamente para a carteira do investidor”, garantiu.

Mas será que os algoritmos são mais eficientes que um humano? “Você não vai ver em momento algum eu ou alguém da Kadima falando que é melhor ou pior. Nós temos uma abordagem de que essa estratégia também é válida”, observou Maranhão.

Com emoção ou sem emoção?

Crise imobiliária norte-americana, “Joesley Day”, início da pandemia. Nos momentos de pânico, quando a bolsa desaba, o circuit breaker é acionado e os ativos derretem, nós, humanos, muitas vezes fazemos o que é esperado: entramos em pânico.

Comparados com um fundo tradicional, operado por uma pessoa, os fundos de previdência quantitativos têm uma vantagem, explicou Maranhão: “O robô não vai ter medo, ganância: ele vai fazer o que foi programado para fazer. Mas isso não é garantia de que ele vai se sair bem nesses momentos. Existem vários tipos de modelos, de algoritmos, e cada um deles vai ter uma proposta diferente. Não dá para generalizar e achar que todos se sairão bem nesse cenário, mas existe um subgrupo de modelos que pode ir bem nesses cenários de pânico.”

E continuou: “Eu acredito que, em média, por conta dos algoritmos que colocamos nesse fundo da Icatu, a gente vá bem em momentos de maior volatilidade”.

Automação em outros mercados

Em alguns lugares, a automação já é feita por “robôs” há algum tempo, nos ajudando a tomar decisões. Por exemplo, na aviação civil, com os pilotos automáticos.

Em breve, nossas ruas estarão repletas de carros autônomos. Em vez de motoristas, serão os robôs e algoritmos que vão decidir o melhor momento de frear, quando acelerar e desacelerar.

Decisão é sempre dos algoritmos

Maranhão contou que faz com frequência uma analogia: “Nosso processo de investimento lembra a metodologia científica. Como o cientista trabalha? Ele observa a natureza, cria uma teoria sobre aquilo, só que ele não vai aceitar aquilo como verdade. Ele vai fazer experimentos para rejeitar aquela teoria”.

É exatamente assim o dia a dia na Kadima. “Todas as decisões aqui só vão ocorrer porque é o que o algoritmo disse que teria que ser feito. E só vamos colocar o algoritmo em funcionamento porque tivemos vivências estatísticas muito fortes de que aquilo no longo prazo funciona.”

Backtest: o que é e como funciona

O ex-ministro da Economia Pedro Malan certa vez disse que “no Brasil, até o passado é incerto”. Tão incerto que nem mesmo sabemos o verdadeiro autor dessa frase – muitos atribuem ao ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola.

Mas é justamente no passado que podemos encontrar algumas respostas para as tomadas de decisão em investimentos. É justamente o que a Kadima faz, ao realizar backtests em busca da comprovação da eficácia de seus algoritmos.

Funciona assim: primeiro, a corretora programa os algoritmos, por exemplo, para fazer alguns investimentos de compra e venda na bolsa. Depois, essa configuração é testada em uma base histórica: “Quando a gente faz um backtest, criamos um processo, um conjunto de regras. Se eu repetir aquele processo muitas vezes, no longo prazo vou ter os ganhos. É você programar e testar em uma base histórica, ver em quais cenários aquela estratégia funciona, em quais não funciona”, destacou Maranhão.

Ele deu mais detalhes sobre como funciona essa “receita de bolo”: “Na Kadima, fazemos questão de que os algoritmos sejam muito completos. O que quer dizer isso? Quer dizer que, com aqueles inputs que eu definir, aqueles sinais que eu escolher, seja um sinal de preço, seja algum sinal macroeconômico ou outro sinal que eu definir a priori, eu preciso saber quando eu vou comprar cada ativo, quando vou vender, quando eu não devo operar, qual o tamanho de cada aposta. Tudo isso deve estar bem definido no processo”, explicou Maranhão.

Essa “receita” não pode deixar espaço para uma interpretação dúbia. Tudo deve ser muito claro para que os algoritmos trabalhem de forma efetiva: “‘Aconteceu isso, faça aquilo. Aconteceu aquilo, faça isso’. E é assim que funciona na Kadima”, completou.

Dados acumulados por anos

A Kadima acumulou, nos últimos 20 anos, dados que permitem que esses testes sejam feitos em variados cenários, de alta e de baixa, de tempestade e de céu de brigadeiro.

“Fomos construindo uma base de dados que eu acredito que só a gente tem no Brasil. Essa é a vantagem de fazer isso há muito tempo. Isso permite testar os nossos algoritmos em vários cenários diferentes. Nós temos dados minuto a minuto de alguns ativos desde 2000. Então, conseguimos fazer um backtest muito mais efetivo do que alguém que só tem a base de dados diária do dólar”, explicou.

Gestora de recursos tem equipe incomum

Quem procurar economistas, traders ou analistas na Kadima, não vai achar. Justamente por conta da forma como seus fundos de investimentos operam. “Na Kadima, geralmente falamos que nossa área de gestão é de P&D, de Pesquisa e Desenvolvimento. E a gente não tem nenhum economista nessa área: só temos engenheiros, matemáticos, programadores. É um perfil diferente, muito voltado para essa pesquisa, esse processo: de verificação de modelos, de constatação de premissas”, afirmou Maranhão.

Diversificação de estratégia

Assim como outros profissionais do mercado financeiro, Maranhão recomenda que as pessoas diversifiquem seus investimentos. “Se o investidor pode combinar o fundo da Kadima com outros produtos interessantes que existem por aí, ele vai conseguir montar uma carteira muito eficiente.”

Para ele, a diversificação deve ir além da escolha dos ativos. Seria interessante também apostar em estratégias e formas de gestão variadas, como a feita por algoritmos: “Diversificar é você escolher estilos diferentes, propostas diferentes, de forma que cada uma individualmente também seja vencedora. A gente acredita muito nisso”.

Maranhão finalizou: “Nós fazemos algo diferente, e que também funciona. É desejável você ter investimentos que sejam diferentes entre si, e que no longo prazo funcionem. Existe aquela clássica frase do ganhador do prêmio Nobel, Markowitz: ‘O único almoço grátis em investimentos é a diversificação'”.

Então, na hora de diversificar seus investimentos para a aposentadoria, que tal contar com a nossa ajuda e a dos robôs? 

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